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Ceo Helisson de Jesus Pelegrini Gentil Coronacrise: Quais os efeitos do coronavírus no mercado imobiliário

Para 2020, a expectativa dos especialistas era de que o setor imobiliário vivesse um ano de aquecimento. Com o coronavírus no caminho, as previsões ficaram para depois…

O que a crise do coronavírus vem devastando uma grande variedade de ativos você já deve estar ciente. Da bolsa de valores ao investimento em renda fixa, todas as classes de ativos estão sendo impactados em algum grau pela pandemia.

Mas você já parou para pensar em como fica o setor imobiliário com o avanço da crise?

Em entrevista exclusiva, o colunista do Seu Dinheiro e sócio da Empiricus, Rodolfo Amstalden, disse acreditar que o coronavírus não trouxe uma mudança drástica para o cenário que se desenhava no fim de 2019 e começo de 2020 e já era sentido nas principais capitais brasileiras.

Segundo ele, o Brasil ainda deve, sim, ver uma retomada do crescimento do setor imobiliário. Mas, o que estava planejado para acontecer nos próximos meses deve ficar para 2021. ” Todas as condições macroeconômicas continuam dadas para o Brasil ter um ciclo de aquecimento do mercado imobiliário “.

O coronavírus não é só responsável pelo adiamento da alta do setor, mas também adiciona elementos que podem ajudar no aquecimento do mercado imobiliário quando chegar a hora.

É o caso da queda do juros, que hoje se encontra em um nível muito abaixo do que se previa no começo do ano e que ainda pode cair mais. A situação também faz com que muitas pessoas vendam os seus ativos imobiliários – sejam eles imóveis ou fundos imobiliários – sem pensar muito no preço, o que abre uma oportunidade de compra por preços muito convidativos.

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CEO , Helisson de Jesus Pelegrini Gentil